"As obras de Suas mãos são verdade e justiça; Imutáveis os Seus preceitos; Irrevogáveis pelos séculos eternos; Instituídos com justiça e eqüidade." - Salmo 110, 7-8

domingo, 15 de maio de 2011

Filo-lefebvrianos I

Em primeiro lugar, quero deixar claro que este blog, Sensus Naturalis, é obediente à todos os Papas e Concílios Ecumênicos.
Em segundo, irei postando aos poucos as demais partes dessa série de artigos do Pe. José María Iraburu.

Pe. José Maria Iraburu



Quero tratar da atitude nociva dos filo-lefebvrianos dentro da Igreja Católica, não sem antes descrever muito brevemente a posição de lefebvrianos e anti-lefebvrianos. Trato especialmente dos filo-lefebvrianos porque nos acercam, e rondam continuamente os confessores e defensores da ortodoxia católica.

- Os lefebvrianos consideram Monsenhor Lefebvre como o Santo Atanásio do nosso tempo, e a Fraternidade Sacerdotal São Pio X (FSSPX) como garantia imprescindível da ortodoxia doutrinal e litúrgica da Igreja. O bispo lefebvriano Bernard Tissier de Mallerais, autor de uma grande biografia de Monsenhor Lefebvre (1905 - 1991), entende sua vida "como bela linha ascendente" (Marcel Lefebvre, una vie, Clovis 2002, 2ª ed.). Sacerdote missionário, bispo do Senegal (1947), é eleito superior da Congregação do Espírito Santo (1962). Renuncia este cargo para fundar em Ecône, Suíça, a FSSPX (1970), que na época pós-conciliar significa muito notavelmente por sua adesão fechada à Missa antiga e por sua oposição à algumas doutrinas do Vaticano II.

A Santa Sé aplica certas sanções à ele e à sua Fraternidade. Firme em seus intentos, Lefebvre celebra em 1976 a "Messe interdite" (a Missa proibida) ante 10 mil fiéis e 400 jornalistas. E seu nome adquire todavia mais ressonância quando em 1988, sem a autorização necessária da Santa Sé, ordena em Écône diante das televisões de numerosas nações quatro bispos para o serviço da Fraternidade. O bispo consagrante e os quatro ordenados incorrem por isso em pena de excomunhão latae sententiae.

Tissier de Mallerais, reitor do seminário de Écône e um dos quatro bispos ordenados por Monsenhor Lefebvre, escreve a "fascinante biografia" deste "solitário cavaleiro" na Igreja, e nos revela "o mistério de um homem que se teve uma extraordinária segurança em si mesmo, foi porque teve uma extraordinária segurança em Deus" (ibid. 10).

- Os anti-lefebvrianos distoam extremamente em doutrina e espírito de Mons. Lefebvre e da FSSPX, e sentem por eles uma grande aversão. Por isso, protestaram com dureza quando Bento XVI levantou as excomunhões dos bispos lefebvrianos (21/01/2009). Este ato ocasionou entre eles uma resistência furiosa, pois estão convencidos de que os lefebvrianos devem ser rigorosamente mantidos fora da comunhão eclesial. Inclusive os bispos da Alemanha em uma Declaração coletiva (05/03/2009) expressaram grandes reticências sobre esta medida do Sucessor de Pedro. A resistência que os anti-lefebvrianos apresentaram foi tão grande que o mesmo Papa achou conveniente justificar o indulto em uma Carta posterior dirigida à todos os bispos da Igreja (10/03/2009):

"Este gesto discreto de misericórdia para com os quatro bispos", por muitas razões "suscitou dentro e fora da Igreja Católica uma discussão de uma veemência como não se havia visto desde há muito tempo". Mas "a remissão da excomunhão tende ao mesmo fim que ao que serve a sanção: convidar uma vez mais os quatro bispos ao retorno. Este gesto era possível depois que os interessados reconheceram em linha de princípio ao Papa e sua potestade de Pastor, apesar das reservas sobre a obediência à sua autoridade doutrinal e a do Concílio".

Não deixa de ser curioso que precisamente aqueles que mostram a maior dureza contra os lefebvrianos são precisamente quem manifestam uma maior indulgência para tantos pastores e teólogos que ofendem gravemente a fé e a disciplina da Igreja. Não há dúvida que esta grave falta de caridade eclesial dificulta não pouco o retorno da FSSPX à plena comunhão da Igreja Católica.

Nós, obviamente, nos sentimos muito mais próximos aos lefebvrianos que aqueles numerosos pastores e teólogos "católicos" que perderam a fé, já que negam ou colocam em dúvida a divindade de Cristo, a virgindade de Maria, a unicidade da salvação por Cristo, a presença eucarística, a distinção real entre sacerdócio ministerial e o comum, a existência dos anjos, do purgatório e tantas outras verdades da fé católica.

Pelo contrário, os seguidores de Lefebvre confessam conosco essa "uma só fé" da Igreja, e por isso os temos estima, e denunciamos todo intento de demonizá-los, pois queremos favorecer sua total reincorporação à Igreja. No entanto, não podemos esquecer que, como disse Bento XVI, guardam eles todavia "reservas sobre a obediência à autoridade doutrinal do Papa e a do Concílio", que por isso mesmo devem retornar à plena comunhão da Igreja.

- Os filo-lefebvrianos compartilham em maior ou menor medida, as posições dos lefebvrianos. Deles quero tratar agora com maior amplitude. É claro, vale para os lefebvrianos a fortiori a crítica que farei dos filo-lefebvrianos. Estes são com frequência bons e fiéis cristãos, mas seu filo-lefebvrianismo, mais ou menos acentuado, os dana muito e escandaliza à não poucos católicos, sobretudo aos menos formados, suscitando neles confusão, desconfiança no Papa, aversão ao Concílio Vaticano II e à liturgia atual da Igreja.

Os filo-lefebvrianos colocam grandes obstáculos ao retorno da FSSPX à plena comunhão com a Igreja Católica. Embora possa parecer paradoxal, é assim. Eles, sem serem lefebvrianos, assumem grande parte de suas principais teses, compreendem ou inclusive justificam a ordenação dos quatro bispos, consideram alguns documentos do Concílio inconciliáveis com o Magistério anterior, vêem com aversão a Missa ordinária - chegando alguns a negar sua validade -, condenam de forma implacável alguns gestos de João Paulo II e da Igreja no pós-concílio, e deste modo, embora não pretendam, estão dando razão aos lefebvrianos, lhes fortalecem em suas posições, e por isso, sem dúvida, estão dificultando gravemente sua reincorporação à plena comunhão da Igreja Católica. Conseguem justamente o contrário do que pretendem.

Já descrevi brevemente a fisionomia dos católicos filo-lefebvrianos. Mas já se compreende que sua identidade não pode ser definida com exatidão, pois se realiza em inúmeros graus. Há casos em que o filo-lefebvrismo não passa apenas de uma grande valoração, mas não de todo bem entendida, da Tradição Católica. Mas em outros casos, há católicos próximos ao lefebvrismo que quase se identificam com os lefebvrianos, sobretudo quando admitem como legítimas as causas que ocasionaram "o ato cismático" da ordenação dos bispos da FSSPX.

Os filo-lefebvrianos, é claro, não reconhecem sua condição, como tampouco os semipelagianos admitiam seu semipelagianismo, nem os jansenistas reconheciam sê-los. Se reprovamos algumas de suas atitudes, apontando, por exemplo, algumas palavras publicadas que nos parecem inconciliáveis com a plena fidelidade ao Papa, ao Vaticano II e à Igreja, é quase certo que justificarão ferrenhamente sua posição, com prolixidade de dados e argumentos, mostrando de modo indiscutível que eles não são lefebvrianos. Mas não nos demonstram que não sejam filo-lefebvrianos, que é o que convinha provarem, respondendo às objeções que lhes colocamos.
Limitarei aqui e agora minhas considerações à ordenação ilegítima dos quatro bispos da FSSPX, à aceitação do Vaticano II e à certos gestos do Papa João Paulo II. Deixarei de lado por enquanto muitas outras quaestiones disputatae em torno da validade e licitude da Missa pós-conciliar, o decreto Dignitatis Humanae, o cumprimento do preceito dominical com a Missa da FSSPX, o status atual dos lefebvrianos na Igreja, etc. E passo ao tema principal:

Os filo-lefebvrianos mais extremos afirmam com os lefebvrianos que "Mons. Lefebvre sempre agiu com uma consciência boa e reta, também ao ordenar bispos. Quando a obediência à certas normas da Igreja choca contra aquilo que a consciência mostra com certeza moral como Vontade divina, deve seguir a consciência. É o caso de Lefebvre, que decide violar a lei canônica, vendo a Igreja em estado de extrema necessidade: Esta é uma necessidade evidente...porque Roma está nas trevas" (Tissier 575) [1]. Ele estima que sem a FSSPX o povo cristão corre grave perigo de perder-se, pois a Igreja está longe da ortodoxia doutrinal e da liturgia verdadeira tradicional. Nestas circunstâncias, ordenar uns bispos que mantenham a FSSPX, imprescindível para a salvação da Igreja, é um dever absoluto, pois "salus animarum suprema lex". À estas argumentações respondeo dicendum:

Contrapor a lei da Igreja e a consciência bem formada é uma das causas hoje mais frequentes da degradação doutrinal e pastoral: com "boa consciência", sempre que as circunstâncias o requerem, se celebram "missas" sem sacerdote, se pratica de forma crônica nos matrimônios a anticoncepção, etc. Mas a fé católica nos ensina outra coisa. Não está bem formada a consciência que rechaça obedecer leis gravíssimas da Igreja, porque para que a consciência pessoal seja reta e bem formada, não basta que se ajuste só à si mesma (auto-nomos, autonomia da consciência), mas  devem obedecer aos mandamentos de Deus e da Igreja. Mons. Lefebvre não podia ter clara consciência de que a ordenação ilegal dos bispos era Vontade de Deus. Não podia confundir a Vontade divina com a sua.
Ordenar bispos sem permissão da Santa Sé é um ato gravemente mal, que a Igreja sanciona com excomunhão, e é também um sacrilégio, um abuso grave em matéria de sacramentos (Catecismo 2120). Nunca, portanto, pode justificar-se essa ação por um fim nobre, a não ser que condições extremas tornam impossível o cumprimento desta lei eclesiástica, como pode suceder em algumas ordenações realizadas na China, quando ali não era possível nem sequer comunicar-se com Roma: ad impossibilia nemo tenetur. Mons. Lefebvre, sem estar em circunstâncias análogas, ao ordenar quatro bispos para a FSSPX, desobedeceu uma lei muito importante da Igreja, e não só fez essas consagrações sem permissão do Papa, mas fez contrariando conscientemente a vontade expressa do Pastor universal da Igreja.

A lei da Igreja ordena: "à nenhum bispo é lícito conferir a ordenação episcopal sem que conste previamente o mandato pontifício" (c. 1013). Tão grave é a proibição, que o bispo que o fizer e os ordenados "incorrem em excomunhão latae sententiae reservada à Santa Sé" (c. 1382).

João Paulo II, dois dias antes daquelas ordenações, trata de disuadir à Mons. Lefebvre com uma carta, que termina dizendo: "Os convido ardentemente a voltar humildemente à plena obediência ao Vigário de Cristo. Não somente os convido à isso, mas peço pelas chagas de Cristo, que na véspera de sua Paixão pediu por seus discípulos "a fim de que todos sejam um". À esta petição e convite uno minha oração cotidiana à Maria, Mãe de Deus. Querido irmão, não permitais que o ano dedicado de uma maneira muito especial à Mãe de Deus traga uma nova ferida à seu coração de Mãe. Vaticano, 9 de junho de 1988, João Paulo II". Mons. Lefebvre resiste à esse mandato, apresentado humildemente pelo Papa como um rogo extremamente atraente.
As ordenações episcopais de Mons. Lefebvre são, pois, um ato gravemente cismático. Poucos dias depois de realizadas, João Paulo II, na Carta Apostólica Motu-proprio Ecclesia Dei (02/07/1988), denunciava com grande dor a “ilegítima ordenação episcopal” realizada por Mons. Lefebvre, e dizia:

“esse ato tem sido em si mesmo uma desobediência ao Romano Pontífice em matéria gravíssima e de capital importância para a unidade da Igreja, como é a ordenação de bispos, por meio da qual se mantém sacramentalmente a sucessão apostólica. Por isso, essa desobediência – que implica consigo um verdadeiro rechaço do Primado romano – constitui um ato cismático (cânon 751). Ao realizar esse ato (18/06/1988), apesar do monitum público que lhe fez o Cardeal Prefeito da Congregação para os Bispos ao passado dia 17 de junho, o reverendíssimo Mons. Lefebvre e os sacerdotes Bernard Fellay, Bernard Tissier de Mallerais, Ricahrd Williansom e Alfonso de Galarreta, incorreram na grave pena de excomunhão prevista pela disciplina eclesiástica (cânon 1382).” O citado cânon 751 citado pelo Papa afirma que o cisma é “o rechaço da sujeição ao Sumo Pontíficie”.

O primeiro erro-pecado de Lefebvre e dos lefebvrianos esteve e está no discernimento condenatório da Igreja presente e concretamente do Papa João Paulo II, como veremos em outro artigo.

Mons. Lefebvre em uma reunião com seus mais íntimos colaboradores: “On ne peut suivre ces gens-là, c’est l’apostasie, ils ne croient pás à la divinité de Notre Seigneur Jésus-Christ [...] Procédons au sacre!”, a ordenação de bispos (Tissier 578) [2]. Em um encontro (1987) com o Cradeal Ratzinger, Prefeito da Congregação da Fé: “Lê schisme? Rétorque Mgr. Lefebvre. Si schisme il y a, il est bien plus le fait du Vatican avec Assise et [...] c’est la rupture de I’Église avec son magistère traditionnel. L’Église contre son passé et sa Tradition, ce n‘est pas l’Église catholique; c’est pourquoi il nous est indifférente d’être excommuniés par cette Église libérale, oecuménique, révolutionnaire” (ib. 576) [3]. “Rome a perdu la foi, Roma est dans l’apostasie, on ne peut faire confiance à ce mond-là” (ib. 577) [4].

O segundo erro-pecado fundamental de Lefebvre e dos lefebvrianos esteve e está em crer que eles são necessários para impedir que a Igreja caia por um precipício de erros heréticos e de liturgias sacrílegas. Isso é o que pensam: a Igreja, nesse momento de sua história, tem para salvar-se absoluta necessidade de nós. Nos vemos, pois, na grave obrigação moral de continuar e crescer, o que não é possível se não é ordenando bispos. Portanto, embora já sabemos que isto atente gravemente contra a lei da Igreja e a vontade expressa do Papa, entretanto, apesar de tudo o faremos. Realizaremos esse ato mesmo prevendo que cairão sobre nós anátemas e excomunhões. E aí tem vocês a não poucos filo-lefevrianos, que justificam essa decisão ou que ao menos a compreendem com benevolência - suspendem o julgamento -, ferindo à si mesmos e escandalizando ao povo de Deus.

Em uma entrevista com jornalistas (09/12/1983) Mons. Lefebvre havia anunciado já a ordenação de bispos como uma possível necessidade de consciência: "Je pense quand même qu’apparemment ce serait un acte de rupture avec Rome, qui serait grave. Je dis encore “apparemment", parce que je pense que devant Dieu il est possible que mon geste soit un geste nécessaire pour l’histoire de l’Église, por la continuation de l’Église, […] du sacerdoce catholique. Alors je ne dis pas qu’un jour je ne le ferai pas, mais dans des cinconstances encore plus tragiques" (Tissier 571) [5]. Éstas se produjeron, a su juicio, en la reunión de Asís: "C’est diabolique… C’est une impiété inqualifiable envers Notre Seigneur Jésus-Christ" (ib. 563-564) [6].

São falsas as premissas maiores que levaram ao cisma da FSSPX. E todos os males lefebvrianos procederam e procedem desses erros. O Senhor não necessita de ninguém para salvar Sua Igreja, e por puro amor à Ela, não por necessidade, utiliza para isso normalmente a mediação de seus membros, Pastores e fiéis. Mas utiliza precisamente a mediação ativa de quem, sob o impulso da Sua graça, cumpre humildemente as leis canônicas e os mandatos do Papa. Pelo contrário, violando a lei da Igreja e resistindo à uma vontade que o Papa expressa com sua autoridade de Pastor universal, não pode realizar-se nenhuma ação salvífica. Só podem produzir enormes danos à Igreja. Os pastores que, sem passar pela porta, entram no redil para apascentar o rebanho "são ladrões e salteadores" (São João 10, 1-9).

É a Igreja que nos salva. Na ignorância desta verdade tão central parecem coincidir os modernistas progressistas e os fundamentalistas mais extremos. O Concílio Vaticano II ensina claramente: só a Igreja "é necessária para a salvação" (LG 48; AG 1). Não somos nós que salvamos a Igreja, por muitos problemas que às vezes sofra ela a causa dos erros, abusos e pecados de seus membros. Sai Mons. Lefebvre do esplendor da verdade quando pensa e diz que a ordenação de seus bispos é "un geste nécessaire pour l’histoire de l’Église, por la continuation de l’Église"[7].

Com o favor de Deus, seguirei com o tema.
José María Iraburu, sacerdote.

Tradução dos textos em francês:
[1] Esta é uma necessidade evidente...porque Roma está nas trevas.
[2] Não se pode seguir à essa gente, é a apostasia, não creem na divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo...Vamos proceder a consagração [de bispos].
[3] Um cisma? Replica Mons. Lefebvre. Se é que há um cisma, ele está no fato do Vaticano em Assis e [...] está na ruptura da Igreja com seu Magistério tradicional. A Igreja contra seu passado e sua Tradição não é já a Igreja Católica; e por isso para nós é indiferente sermos excomungados por esta igreja liberal, ecumênica, revolucionária.
[4] Roma perdeu a fé, Roma está em apostasia, não é possível colocar a confiança nesse mundo.
[5] Penso eu que aparentemente será um ato de ruptura com Roma, o que será grave. E digo que "aparentemente", porque penso que ante Deus é possível que meu gesto seja um gesto necessário para a história da Igreja, para a continuação da Igreja [...], do sacerdócio católico. Assim pois, não digo eu que um dia não o faça, mas em umas circunstâncias todavia mais trágicas.
[6] É algo diabólico...É uma impiedade inqualificável à Nosso Senhor Jesus Cristo.
[7] ...um gesto necessário pela história da Igreja, pela continuação da Igreja.

3 comentários:

Giovana disse...

Salve Maria!

Sara, esta frase é uma contradição, como pode vc ser fiel a todos os Concílios, nisto creio eu está incluído todos até o Concílio Vaticano II, como pode haver fidelidade de uma pessoa a todos os Concílios se este último vai contra os outros???

Não entendo ... é como dizer que sou fiel as leis de trânsito, mas desobedeço algumas delas! Então não sou fiel as leis de trânsito, apenas obedeço quando me convém.

Vou ser bem franca que desanimei de ler o artigo ... quem sabe amanhã com mais tempo.

Fiquemos com Deus!

David disse...

Sara, gostei muito do artigo.

Fiz uma ponte lá no Tradição em foco com Roma para os leitores terminarem de ler o restante do artigo aqui.

Os artigos são em séries ou extraídos de um livro?

Em Cristo, David!

Sara Rozante disse...

Olá, Giovana! Sim, me referi também ao CVII.
Prefiro me abster de fazer comentário, até que termine de postar as demais partes desse artigo do Pe. José María. Até porque, o reverendo padre pode ter sanado alguma questão referente ao assunto.
Mas para não deixá-la sem alguma resposta, digo que o que me ajudou a entender o Concílio, foi um livro de Frei Boaventura Kloppenburg (CVII - Documentário Pré Conciliar) que tem para baixar na internet.
No mais, peçamos a intercessão da Santíssima Virgem Maria e de São Matias Apóstolo, para que essas questões sejam esclarecidas o mais breve possível.

David, obrigada por essa "ponte" no TFR. Os artigos são em série mesmo, e no final da postagem coloquei a fonte, que é do blog do Pe. José María, Reforma o apostasía.

AJPM,

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