"As obras de Suas mãos são verdade e justiça; Imutáveis os Seus preceitos; Irrevogáveis pelos séculos eternos; Instituídos com justiça e eqüidade." - Salmo 110, 7-8

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Espanhol é preso por interromper batizado gritando 'não creio'

BBC Brasil

"A Justiça da Espanha condenou nesta sexta-feira um ateu a um ano e dez meses de cadeia por interromper um batizado no momento da oração do Credo.

O incidente aconteceu quando o espanhol Raul C. P., de 38 anos, entrou na Paróquia de Cristo Rei de Usera, em um subúrbio de Madri, durante o ba
tizado coletivo de cinco crianças.

Na hora da oração do Credo em que os fiéis respondiam em coro "creio em...", o ateu gritou várias vezes "não creio" e depois ofendeu o sacerdote.

Segundo a sentença do Tribunal da Audiência Provincial de Madri, o homem "obrigou o padre a interromper a cerimônia com comportamento obsceno ante as imagens religiosas e os fiéis".

O juiz decretou um ano de prisão por delito de atentado e mais dez meses por delito contra os sentimentos religiosos.


O Tribunal descarta a possibilidade de que o réu sofresse problemas mentais e a sentença não admite apelações.

Testemunhas De acordo com o depoimento das testemunhas, Raul C.P. teria entrado na igreja em silêncio, sentou no último banco e permaneceu q
uieto durante a primeira metade da cerimônia.

Ele só teria levantado no instante da prece e começou a gritar, ao mesmo tempo em que os parentes e convidados.

Quando o batizado foi paralisado pelo sacerdote, o homem se aproximou do altar soltando palavrões e disse que a cerimônia representava "uma
atitude que não leva a nada, nem a lugar algum".

Depois discutir com vários fiéis dentro da paróquia, Raul C.P. foi algemado e levado pela polícia por "resistência à ordem pública", segundo a sentença."


Depois da atéia que apelou na Corte Européia pela retirada do crucifixo na escola do filho, me vem um outro ateu fanático blasfemando na morada de Deus! E sabem quem são os responsáveis por essa perseguição aos cristãos? São eles, principalmente: Charles Darwin, Carl Sagan e Richard Dawkins. Senão vejamos:

O cartaz da campanha ateísta diz: "Não me rotule, por favor. Deixe-me crescer e escolher por mim".
Um bando de pessoas irracionais e contraditórias. As crianças do cartaz são filhas de um cristão pentecostal, Brad Mason, fotógrafo e baterista de uma banda do conhecido cantor Noel Richards, também religioso.
Oras, quem são vocês, ateus, para requerer como os pais religiosos devem educar seus filhos?!
Querem limitar a transmissão de valores dos pais aos filhos?!
Ditadura ateísta está à pleno vapor.

3 comentários:

Eduardo Araújo disse...

Olá, Sara,

Meu nome é Eduardo, sou de Fortaleza/CE e cheguei a este blog por meio do seu comentário no Neo-Ateísmo, Um Delírio, do Luciano.

Gostei bastante do que encontrei aqui. Muitos dos blogs que estão na lista dos que você acompanha, no seu perfil, já são frequentemente visitados por mim.

Sobre este post, concordo inteiramente. É corretíssimo afirmar que paira uma ditadura de pensamento de cunho arraigadamente ateísta e intolerante. Também concordo quanto às fontes dessa mentalidade estúpida atualmente predominante no continente europeu.
Acrescentaria, aos citados, os "iluminados" como o falastrão e mentiroso Voltaire, os idealistas fanáticos a exemplo de Kant e David Hume, e os anticristãos Augusto Comte e Nietszche.

Podemos definir o modelo de pensamento atual, como o fez o filósofo Giovanni Reali, como uma mescla de "ismos" da pior espécie: niilismo, marxismo, positivismo, cientifismo e relativismo. Essas drogas formaram a chamada sociedade "pós-moderna" e fatos como esses mencionados no seu texto são puros efeitos práticos da desconstrução promovida por aquelas correntes ideológicas.

Quanto à peça publicitária ateísta, deixa patente que os estúpidos ateus chegaram a um nível de desespero que os leva a apelar, não hesitando em apropriar-se de uma imagem fortemente pró-cristianismo, visto estampar a felicidade de duas crianças cristãs, para promover o ateísmo imbecil.

Mas o que esperar de quem fez algo imensamente idiota como afixar cartazes em ônibus afirmando que PROVAVELMENTE não existe Deus, sem a inteligência mínima para compreender que a frase ao exprimir uma incerteza pode perfeitamente ser interpretada como PROVAVELMENTE existe Deus. Isso mostra o nível baixo desses ateus militantes, sua indigência intelectual séria, o que explica, aliás, o baixíssima e agressiva qualidade de suas presunções.

Por fim: essa conversa de "deixe-me crescer e escolher por mim" subentende uma tremenda hipocrisia e um enorme cinismo. O que garantiria, por exemplo, que as crinaças e adolescentes teriam acesso NEUTRO a todas as opções, para assim efetuar a dita escolha? Nâo passa, pois, de tentativa mal dissimulada dos ateus querendo simplesmente extirpar a religião de tudo, inclusive do foro privado ao qual eventual, cínica e hipocritamente eles mesmos querem confiná-la.

Abraços e parabéns pelo blog.
Eduardo

Sara Rozante disse...

Prezado Eduardo,

Com um comentário tão bem escrito, não tenho mais nada a acrescentar.
A irracionalidade e a estupidez desses nossos tempos, estão deixando o ser humano cada vez mais louco. Assim como aconteceu com Nietszche.
Obrigada, e saiba que seus comentários serão sempre bem-vindos.

Cordialmente,
Sara Rozante

thiagorozante disse...

Os humanistas da BHA pedem, por favor obviamante, que dedique-se o tempo necessário para ler e pensar sobre a campanha.
Comentários, como o do usuário Eduardo e o que foi feito ao pé do post, carregam um rancor irracional e uma generalização perigosa.
Tem havido um positivo - e muitas vezes emotivo - apoio público à campanha de outdoor "Please Don't Label Me", incluindo comentários favoráveis da Aliança Evangélica no Reino Unido que, em nota, declarou: "Você não é um cristão simplesmente porque seus pais o são [...]" e acrescentou: "[...] toda criança ou adulto tem que estabelecer a sua própria opinião sobre a realidade de Deus [...]" ...ou sobre o contrário, presumivelmente.

O jornal britânico The Times citou em seu sítio a história sobre os modelos infantis utilizados nos outdoors, fazendo um estardalhaço devido ao pai dessas crianças ser um cristão. Na verdade, o jornal referia-se acriticamente às crianças de 7 e 8 anos de idade como "devotadas crianças cristãs", ignorando o principal ponto da campanha.

Na verdade, não importa se as crianças são filhos de cristãos, hindus ou humanistas - esse é precisamente um dos pontos da campanha.
De um slogan que é exclusivamente sobre a "rotulagem" de crianças, uma série de outros "comentaristas" têm equivocadamente (ou intencionalmente) exagerado e perdido inteiramente o ponto principal da campanha. Essas pessoas tem sugerido que o tema é um ataque indiscriminado a quaisquer pais religiosos que expressam qualquer crença religiosa na presença de crianças.
Temos que pensar sobre o porquê destes "comentaristas" não poderem simplesmente concordar que existe uma extrema presunção, a qual é coercitiva e deveria ser evitada.

As pessoas que têm criticado tais humanistas e ateístas como se tivessem dito expressamente que as crianças criadas em famílias religiosas não podem ser felizes, ou que nenhuma criança deve ter nenhum contato com a religião ou aprender alguma coisa sobre a mesma deveriam utilizar um tempo para realmente ler os anúncios e pensar nas mensagens, ao invés de apenas confiar em suas próprias "suposições".

A real mensagem da campanha é que a rotulagem dos filhos, pela religião de seus pais, não respeita os direitos da criança e reduz sua autonomia. Estamos dizendo que as religiões e filosofias (e a "humanista" é um desses rótulos) não devem ser impingidas ou assumidas por crianças e que os jovens têm o direito de escolher por si próprios, em conformidade com as suas capacidades em desenvolvimento, à medida que crescem. Isso está muito longe de dizer que qualquer possível referência à religião deveria ser proibida em nossas casas!

Infelizmente...atitudes e palavras de ambas as partes, de alguns teístas e ateístas, nos afastam cada vez mais do nosso entendimento, na unidade de nossa humanidade.

A autora

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Filha da Santa Igreja Católica Apostólica Romana.